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BB terá linha de R$ 1 bi para CPRs, diz Stephanes

Brasília, 05 - O ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, informou hoje que o Banco do Brasil vai oferecer uma linha de crédito especial para financiamento da safra agrícola por meio de Cédulas do Produto Rural (CPR). A linha contará inicialmente com R$ 1 bilhão e a fonte dos recursos será a exigibilidade da Poupança Rural.

Agência Estado |

Na semana passada, o governo alterou a exigibilidade da poupança de 65% para 70%, o que permitirá a oferta adicional de R$ 2,6 bilhões para o setor rural. A decisão da semana passada do CMN já previa que uma parte da exigibilidade fosse aplicada aos financiamentos lastreados em CPR.

O ministro disse que, se houver necessidade, haverá aporte adicional de recursos nesta frente de financiamento. Após reunir-se com o ministro da Fazenda, Guido Mantega, Stephanes disse que não haverá novas prorrogações para as dívidas de investimento que venceram no mês passado.

Stephanes defendia um prazo extra para o pagamento das dívidas que não foram pagas, que somavam R$ 1 bilhão, de um total de R$ 5 bilhões da parcelas de investimentos. "Não haverá prorrogação da data de pagamento", disse Stephanes. Eles não descartou, no entanto, que o governo crie uma linha de financiamento para os bancos credores, que pode significar mais crédito para o setor rural.

O ministro também disse que na terça-feira haverá uma reunião entre representantes do governo, das tradings e dos produtores rurais e das cooperativas para tentar entender porque os leilões de moeda norte-americana, para atender à demanda por operações de ACC, feitos até agora pelo Banco Central, não estão chegando ao campo. A reunião deve ser realizada na sede do Ministério da Fazenda.

Stephanes afirmou que o governo vai garantir os preços mínimos e que se for preciso serão alocados recursos adicionais para garantir os valores fixados no plano de safra e também para as políticas de apoio à comercialização. A proposta orçamentária para o próximo ano prevê R$ 4 bilhões para as políticas de apoio à comercialização, sendo que deste total, R$ 1,5 bilhão é para cumprimento dos preços mínimos.

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