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BB e caixa afirmam ter inadimplência abaixo da média

Os dois maiores bancos públicos do Brasil rebatem a avaliação de que realizar operações de maior risco implique em levar mais calotes à carteira de crédito. Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal argumentam que não há relação direta entre os dois temas e que ambos têm indicadores de inadimplência mais baixos que a média do mercado.

Agência Estado |

A assessoria de imprensa do BB argumenta que, no crédito à pessoa física com recursos livres, por exemplo, a inadimplência (conceito que agrega atrasos superiores a 90 dias) da instituição era de 5,8% em setembro, ante taxa de 7,3% na média do mercado. Além disso, a instituição lembra que uma das classificações feitas pelo Banco Central para as operações de crédito avalia como "risco normal" as transações com notas entre AA e C. Por isso, não há qualquer impedimento ou problema em se ter operações com notas abaixo de A.

Já a Caixa argumenta que os empréstimos para pessoa física com nota AA e A correspondem a 50% da sua carteira. A instituição afirma também, sem dar números, que sua inadimplência é inferior à média do mercado. "Portanto, é perfeitamente possível um banco realizar operações com clientes cujos ratings sejam baixos, mas, devido a seus sistemas de relacionamento com tais clientes, obter níveis de inadimplência reduzidos", diz a Caixa em nota.

O professor de finanças da Faculdade de Economia e Administração da USP Ribeirão Preto e diretor-presidente do Inepad, Alberto Borges Mathias, admite que, atualmente, bancos públicos e privados têm indicadores de inadimplência semelhantes. "Os públicos cresceram nos últimos anos em termos de administração e passaram a ter uma gestão de risco operacional melhor."

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