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Barroso diz que Europa não pode ser único lado a ceder em Doha

BRUXELAS - A Europa não pode ser o único lado a pagar em um eventual acordo para salvar a Rodada de Doha da Organização Mundial do Comércio (OMC), advertiu hoje o presidente da Comissão Européia (CE), José Manuel Durão Barroso.

EFE |

Em declaração por ocasião do início, em Genebra, da reunião de 30 ministros da OMC em Genebra, Barroso disse que, "para que estas negociações tenham êxito, os outros países desenvolvidos e as economias emergentes também têm que fazer uma contribuição importante".

"O resultado geral tem que ser equilibrado e ambicioso", acrescentou o presidente do Executivo da União Européia (UE).

Barroso destacou que a Rodada de Doha não trata só de agricultura, já que também "são necessários progressos" em tarifas industriais, serviços e denominações geográficas.

"A rodada pode e deve ter êxito, mas há muito trabalho a fazer por parte de todos", insistiu o presidente da CE, que avisou que a negociação "é, talvez, a última oportunidade" para poder avançar rumo à Rodada de Doha.

Os países da UE advertiram na sexta-feira, em um Conselho de Ministros extraordinário, de que já cederam o máximo possível nas negociações sobre agricultura dentro da OMC.

As nações também pediram um "reequilíbrio" para que outros aliados cedam e lhes compensem com a abertura de seus mercados industriais.

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