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Barril do Texas fecha em queda de 9,3%

Nova York, 24 dez (EFE).- O preço do barril do Petróleo Intermediário do Texas (WTI, leve) fechou hoje em queda de 9,3%, para US$ 35,35, em um pregão mais curto que o habitual e após a divulgação de que as reservas de petróleo caíram nos Estados Unidos.

EFE |

No entanto, as reservas de gasolina e de derivados, categoria esta última que inclui gasóleo de calefação e diesel, subiram muito mais do que o previsto, segundo dados anunciados hoje pelo Departamento de Energia (DOE) americano.

Ao término do pregão regular na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex), os contratos do WTI para entrega em fevereiro caíram US$ 3,63 e fecharam em terreno negativo pela nona sessão consecutiva.

Os contratos da gasolina para janeiro fecharam cotados a US$ 0,7927 por galão (3,78 litros), quase US$ 0,06 mais baratos que no dia anterior.

O gasóleo para esse mesmo mês recuou US$ 0,12 e fechou a US$ 1,1983 por galão.

O gás natural para entrega em janeiro ficou US$ 0,18 mais caro, terminando o dia a US$ 5,91 por mil pés cúbicos.

Os operadores nova-iorquinos receberam hoje dados relativos a reservas de petróleo e de combustíveis na semana passada. As reservas de cru caíram em 3,1 milhões de barris, mas o total, de 318,2 milhões, é 9,1% superior ao registrado há um ano.

Alguns analistas previam um aumento de pouco mais de um milhão de barris.

As reservas de gasolina aumentaram em 3,3 milhões de barris, embora o total, de 207,3 milhões, seja 2,4% inferior ao número anunciado na mesma época do ano passado.

As reservas de derivados subiram em 1,8 milhões de barris, o que elevou o volume armazenado para 135,3 milhões, nível muito similar ao existente há um ano.

O DOE também divulgou hoje, um dia antes do habitual, os dados relativos a gás natural, que refletiram queda de 147 bilhões de pés cúbicos com relação à semana anterior.

O total de gás em reserva, de 3,02 trilhões, é 1,1% inferior ao volume registrado há um ano.

O relatório semanal do DOE evidenciou ainda que a demanda por combustíveis se mantém muito aquém dos níveis de 2007, o que tende a pressionar os preços para baixo. EFE vm/fr

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