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Barril do Texas fecha em alta de 6,7%

Nova York, 26 dez (EFE).- O preço do Petróleo Intermediário do Texas (WTI, leve) inverteu hoje a firme tendência de baixa que mostrou nas últimas nove sessões e avançou US$ 2,36 (6,7%), fechando a semana com cotação de US$ 37,71 por barril (159 litros).

EFE |

Apesar do ganho nesta sexta-feira, o barril do Texas ficou abaixo da barreira de US$ 40 pelo sexto pregão consecutivo.

Os contratos da gasolina para janeiro fecharam a US$ 0,8440 por galão (3,78 litros), quase US$ 0,05 mais caros que na quarta-feira.

O gasóleo para esse mesmo mês se encareceu de maneira similar, finalizando a US$ 1,2450 por galão.

O gás natural para entrega em janeiro, pelo contrário, caiu US$ 0,09, para US$ 5,82 por mil pés cúbicos.

O preço do petróleo recuperou hoje parte do terreno perdido nas últimas sessões e de forma particular na quarta-feira, quando caiu 9,3%.

A escalada de hoje coincidiu com um maior enfraquecimento do dólar frente ao euro e outras divisas, o que tende a encorajar as compras do cru e de outras matérias-primas que, como o ouro, são negociadas em dólares.

Também chegaram hoje ao mercado notícias de que os Emirados Árabes Unidos cortarão nos dois próximos meses as exportações de alguns tipos de petróleo, como conseqüência da decisão da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) de reduzir em 2,2 milhões de barris diários suas cotas a partir de janeiro.

O cartel tratou - até agora em vão - frear nos últimos meses o acelerado descenso dos preços do petróleo nos mercados, depois de em Nova York e Londres o cru ter ultrapassado a barreira dos US$ 147 em meados de julho.

O arrefecimento econômico em inúmeros países que, como no caso da China, registravam uma pujante demanda, e a recessão econômica nos Estados Unidos, fizeram diminuir a compra de petróleo e combustíveis, com o efeito conseqüente de baixa nos preços.

Dados oficiais refletiram nesta sexta-feira que a produção industrial no Japão, terceiro maior consumidor de petróleo do mundo depois de EUA e China, recuou 8,1% em novembro frente ao mês anterior, o que representa a maior queda de sua história e reflete uma acentuada piora frente ao retrocesso de 3,1% em outubro. EFE vm/fr

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