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Barril do petróleo Texas sobe US$ 0,45 em dia volátil

Nova York, 20 ago (EFE) - O barril de Petróleo Intermediário do Texas (WTI, leve) fechou hoje com leve alta em Nova York, após ser anunciado que as reservas de gasolina nos Estados Unidos caíram em mais de seis milhões de barris pela segunda semana consecutiva.

EFE |

Ao fim do pregão na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex), os contratos de WTI para entrega em setembro, que expiraram hoje, somavam US$ 0,45 ao preço anterior e terminaram a US$ 114,98 o barril (159 litros).

Os contratos para outubro, que serão tomados como referência a partir de quinta-feira, se encareceram US$ 1,02 e terminaram a US$ 115,56 o barril.

A gasolina para entrega em setembro ficou a US$ 2,9103 o galão (3,78 litros), cerca de US$ 0,05 a mais que na terça-feira.

Os contratos de gasóleo de calefação para esse mesmo mês subiram em torno de US$ 0,04 e ficaram a US$ 3,1635 o galão.

O gás natural para entrega em setembro somou US$ 0,10 ao preço anterior, e concluiu a US$ 8,07 por mil pés cúbicos.

Os dados divulgados hoje pelo Departamento de Energia americano (DOE) pegaram mais uma vez de surpresa os operadores, que não esperavam um notável aumento nas reservas de petróleo, assim como uma forte queda nas reservas de gasolina.

As reservas de petróleo aumentaram em 9,4 milhões de barris na semana passada, o que deixou o total em 305,9 milhões ou 7,1% menos que no ano passado.

O forte aumento em reservas de petróleo coincidiu com uma significativa alta no fluxo de importações, que se situaram em uma média de quase 11 milhões de barris diários ou 1,3 milhão a mais que na semana anterior.

Ao mesmo tempo, as refinarias americanas trabalharam a 85,7% da capacidade, 0,2% a menos que na semana anterior e abaixo do nível que costuma ser comum para esta época.

As reservas de gasolina desceram em 6,2 milhões de barris, o dobro que o previsto, e o volume armazenado ficou em 196,6 milhões, 1,7% abaixo do nível do ano passado.

As reservas desse combustível diminuíram em 20,5 milhões de barris nas últimas quatro semanas, segundo os cálculos do DOE.

Já as de produtos destilados, incluindo o gasóleo de calefação e o diesel, aumentaram em 500 mil de barris e o total, de 132,1 milhões, é similar ao do ano passado.

O relatório semanal revelou ainda que o volume de combustíveis fornecido ao mercado nas últimas quatro semanas, algo que se toma como referência do nível de demanda, foi de uma média de 20,2 milhões de barris diários ou 3% inferior ao de 2007.

A demanda específica de gasolina nesse mesmo período se situou em uma média de 9,5 milhões de barris diários, 1,6% a menos que no ano passado.

O consumo de combustível para a aviação é 6,2% inferior ao que se registrava em 2007 na mesma época. EFE vm/db

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