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Barril da Opep bate segundo recorde consecutivo, aos US$ 136,03

Viena - O preço do barril da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) bateu seu segundo recorde consecutivo ao ser negociado na segunda-feira a US$ 136,03, contra os US$ 135,31 da sexta-feira passada, informou hoje em Viena o secretariado do cartel.

EFE |

 

Em sua média mensal, o valor do barril da Opep, composto por treze qualidades de petróleo - um para cada país membro -, ficou em US$ 128,34, o que representa uma alta de 7,5% por mês, e um aumento anualizado de 92%.

A escalada dos últimos dias foi paralela à dos crus de referência para a Europa e os Estados Unidos (o Brent e o WTI), que superaram ontem os US$ 143 nos mercados de futuros de Londres e Nova York, respectivamente.

A especulação financeira gerada pelo enfraquecimento do dólar frente ao euro e a outras divisas, as tensões geopolíticas e o temor de eventuais cortes de fornecimento provenientes de regiões em conflito são os principais fatores da recente alta dos preços, segundo os analistas.

No entanto, ao se referir à constante alta registrada nos últimos anos, os observadores apontam para cenários em um prazo mais longo, com o temor de que o aumento da oferta seja menor do que a alta da procura mundial, especialmente se as economias emergentes como China e Índia mantiverem seu atual ritmo de crescimento econômico.

Enquanto isso, a Opep se mantém irredutível em sua postura de não aumentar a cota oficial de produção, estabelecida em 29,67 milhões de barris diários (sem o Iraque), até pelo menos setembro.

Apesar disso, a Arábia Saudita, líder natural do grupo por ser o maior exportador de petróleo no mundo, aumentou seu bombeamento em junho e prometeu abrir ainda mais as torneiras em julho.

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