SÃO PAULO - O Barclays pretende levantar 7,3 bilhões de libras, ou US$ 11,8 bilhões, por meio da venda de ações para investidores, especialmente do Oriente Médio. A maior parte da injeção de capital deve vir das famílias reais de Abu Dhabi e Qatar.

A iniciativa visa fortalecer o balanço da instituição em meio à crise financeira sem ajuda dos recursos dos contribuintes.

O Qatar, que já é um acionista significativo no Barclays por meio de dois fundos de investimentos, fornecerá 2,3 bilhões de libras. Com o acerto, terá 15,5% do banco.

O xeque Mansour Bin Zayed Al Nahyan, integrante fa família real de Abu Dhabi, proverá 3,5 bilhões de libras e se tornará o maior acionista do Barclays com uma participação de 16,3%.

Ao contrário do Royal Bank of Scotland (RBS), HBOS e Lloyds, o Barclays recusou no início deste mês recursos do governo contemplados em um pacote de socorro.

(Valor Online, com agências internacionais)

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