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Barclays pode voltar a negociar Lehman, informa jornal

O destino do banco de investimentos Lehman Brothers Holding Inc. ficou mais nebuloso hoje, quando o seu mais provável comprador, o Barclays PLC, informou aos reguladores federais que estava saindo das negociações para aquisição da empresa.

Agência Estado |

O Lehman tem 158 anos e atravessa problemas financeiros decorrentes da crise imobiliária dos EUA. Segundo o jornal "The Wall Street Journal", a situação está sendo contornada e é possível que até a abertura dos mercados amanhã, o próprio Barclays ou um outro comprador não revelado apareça para reverter este quadro.

Mas com o governo se esquivando em colocar recursos fiscais em risco pelo Lehman, a probabilidade da transação ser concluída com sucesso está diminuindo. Isto deixaria a liquidação do banco como o mais provável cenário.

Segundo pessoas próximas às negociações, o motivo da saída do Barclays é a solicitação de que ele obtenha aprovação de seus acionistas antes de concordar em cobrir os contratos do Lehman com outras firmas financeiras. A organização de uma votação de acionistas levaria de dias a semanas. Os reguladores norte-americanos devem saber disso, o que levantou a questão de porque este pedido surgiu apenas no final das negociações.

Outro ponto que interrompe as negociações com o Barclays é a relutância dos reguladores americanos em financiar a aquisição ou a criação de um banco que concentraria os "ativos podres" do Lehman. Segundo pessoas envolvidas nas negociações, com a pressão aumentando sobre o governo norte-americano para que uma decisão seja tomada, uma ameaça em não retornar para as negociações pode ajudar para que as demandas do Barclays sejam aceitas.

O Bank of America, outro potencial comprador do Lehman, indicou hoje que não estava interessado em realizar a compra sem o apoio do governo. As informações são da Dow Jones.

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