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Barclays compra parte do Lehman Brothers por US$ 1,75 bilhão

O terceiro maior banco britânico, o Barclays, anunciou nesta quarta-feira que chegou a um acordo para adquirir o conjunto das atividades norte-americanas e a sede do gigante dos investimentos Lehman Brothers - que declarou falência na segunda-feira - por US$ 1,75 bilhão.

AFP |

 

Acordo Ortográfico O Barclays indicou que adquirirá ativos em um valor estimado de US$ 72 bilhões e dívidas de US$ 68 bilhões por uma soma de US$ 250 milhões em espécie.

Também comprará a sede do Lehman Brothers em Nova York e dois centros de dados no estado de Nova Jersey por um valor combinado de mercado de US$ 1,5 bilhão, em operação que totaliza US$ 1,75 bilhão.

A compra cobre operações que empregam cerca de 10.000 trabalhadores do Lehman, e continua sujeita à aprovação das autoridades anti-monopólio e da Corte de Falências de Nova York, depois que o Lehman anunciou sua falência na segunda-feira.

"O conselho de administração anuncia que o Barclays decidiu (...) comprar as operações de mercados de capitais e o banco de investimentos do Lehman Brothers na América do Norte e a infra-estrutura correspondente", indicou um comunicado divulgado em Londres.

O Barclays havia afastado a possibilidade de negociações para uma fusão com o Lehman, de 158 anos de existência, ao afirmar que uma operação deste tipo não estava nos planos de seus acionistas.

O colapso do Lehman conturbou o sistema financeiro, embora o anúncio do resgate da empresa de seguros norte-americana AIG pelo Federal Reserve (Fed) com um crédito de US$ 85 bilhões tenha trazido uma calma temporária.

"Esta é uma oportunidade única na vida para o Barclays", disse o presidente do banco, Robert Diamond, ao anunciar o acordo com o Lehman.

"Agora teremos a melhor equipe e a cultura mais produtiva através dos maiores mercados financeiros do mundo, apoiados pelos recursos de um banco universal integrado", acrescentou.

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