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Barbosa diz que dinâmica da crise externa impede prognósticos

SÃO PAULO - O presidente da Federação Brasileira de Bancos (Febraban) e do Banco Real/Santander, Fábio Barbosa, evitou fazer prognósticos sobre os desdobramentos da crise internacional. Segundo ele os focos de preocupação mudam a cada instante e a proporção do agravamento iniciado na última semana impossibilita projeções de curto prazo.

Valor Online |

"A preocupação (lá) agora é parar a sangria", afirmou o banqueiro nesta tarde à imprensa, pouco depois de ter chegado de Madrid, de uma reunião mensal do Santander.

"Ontem a preocupação lá era com o AIG; hoje já não é a mesma, já mudou", disse, reforçando que a dinâmica acelerada da turbulência impede análises mais apuradas sobre causas, efeitos e soluções.

Para Barbosa, tem sido importante a atuação do Federal Reserve no sentido de preservar o sistema e evitar a disseminação de falências de bancos, o que geraria uma crise bem maior. "Crises no setor financeiro impactam toda a economia. Têm um efeito multiplicador", lembrou, afirmando que a falência de um banco é sempre mais preocupante para a economia real do que a falência de uma indústria, por exemplo.

Ainda assim, Barbosa acredita que não é possível ao Fed salvar todos os envolvidos. Exemplo disso foi o Lehman Brothers, que pediu concordata nesta semana. Em sua análise, Barbosa fez questão de destacar várias vezes que os reflexos da turbulência para o Brasil são limitados, que o sistema financeiro no Brasil é bastante sólido e não que não há problemas de liquidez por aqui.

"(Bianca Ribeiro | Valor Online)"

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