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Bancos e indicadores puxam forte queda das bolsas de Nova York

SÃO PAULO - A baixa das ações do setor bancário voltou a prejudicar a performance das bolsas em Nova York, assim como indicadores econômicos que continuam diagnosticando forte desaceleração econômica nos EUA.

Valor Online |

O Dow Jones cedeu 2,94%, para 8.200 pontos, mesmo patamar do início de dezembro. O Standard & Poor´s 500 declinou 3,35%, aos 842 pontos, e o eletrônico Nasdaq encerrou o dia em 1.489 pontos, com baixa de 3,67%

Depois de anunciar nesta terça-feira a formação de uma joint venture com o Morgan Stanley para o segmento de corretagem e gestão de recursos, as ações do Citigroup caíram hoje 22,88% (US$ 4,55). A baixa foi influenciada por notícia do Wall Street Journal de que a instituição deve se desfazer de boa parte de suas unidades.

A informação não foi confirmada pelo banco, mas os agentes temem que isso seja feito por necessidade de levantar capital e não apenas por estratégia.

Outros papéis do setor bancário também sofreram, como os do HSBC, que foi alvo de análise negativa do Morgan Stanley, que prevê necessidade de aumento de capital de até US$ 30 bilhões para a instituição. As ações do banco inglês negociadas em Nova York caíram 8,34% (US$ 42,03).

No âmbito macroeconômico, o governo dos EUA divulgou baixa de 2,7% nas vendas do varejo americano no mês de dezembro, em relação a novembro. A fraqueza da economia também foi citada pelo Federal Reserve em seu Livro Bege, onde as várias divisões regionais do Fed reportaram retração da atividade em vários setores.

As ações da Wal-Mart fecharam em queda de 1,07% (US$ 51,56) e as da Saks cederam 6,94% (US$ 3,35). Também caíram os papéis da American Express e da GE, com baixa de 6,11% (US$ 17,83) e 5,56% (US$ 14,11), respectivamente.

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