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Bancos de fomento injetarão mais de US$ 9 bilhões na AL

SÃO PAULO - Com o objetivo de proporcionar mais liquidez para as economias da América Latina e Caribe, o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) está criando uma nova linha de crédito rápido de US$ 6 bilhões para os países da região. O anúncio coincide com a oferta de US$ 1,5 bilhão da Corporação Andina de Desenvolvimento (CAF) e da linha de financiamentos de US$ 1,8 bilhão lançada pelo Fundo de Reservas Latino-Americanas (FLAR).

Valor Online |

"Essa crise foi originada fora da região, mas tem potencial de repercutir seriamente na América Latina e no Caribe. Nossos países obtiveram progressos importantes na promoção do crescimento e redução da pobreza em anos recentes. Esses ganhos precisam ser protegidos, e é por isso que o BID e suas instituições irmãs estão agindo rápido", disse o presidente do BID, Luis Alberto Moreno.

A linha de socorro do BID, batizada de Programa de Liquidez para a Sustentabilidade do Crescimento será oferecida aos governos dos países membros do banco. Os recursos serão repassados para as empresas por meio de bancos comerciais que estiverem com dificuldades de acesso ao mercado de crédito internacional ou interbancário. O volume dos empréstimos será determinado caso a caso pelo BID, dado o limite de US$ 500 milhões por instituição.

Além disso, o BID anunciou que tem se esforçado não só para acelerar a liberação dos próprios recursos para o mercado, como também tem negociado ativamente com outras instituições, como o Banco Mundial, a Corporação Financeira Internacional (IFC), a CAF, o Banco de Desenvolvimento do Caribe (CDB) e a FLAR para que providenciem a rápida liberação dos recursos em suas linhas de financiamento contra os efeitos da crise.

O BID prevê empréstimos recordes de US$ 12 bilhões para 2009, volume superior aos cerca de US$ 10 bilhões planejados para este ano. No entanto, se todos os US$ 6 bilhões anunciados hoje forem utilizados, o fluxo total de recursos comprometidos para a América Latina e o Caribe poderia chegar a US$ 18 bilhões em 2009.

(Adilson Fuzo | Valor Online)

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