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Bancos confirmam criação da Morgan Stanley Smith Barney

SÃO PAULO - O Citigroup e o Morgan Stanley confirmaram na noite desta terça-feira a criação de uma joint venture (união) na área de gestão de fortunas, conforme vinha se especulando desde a última sexta-feira. O negócio prevê a união da corretora de varejo Smith Barney, bem como a unidade do mesmo nome da Austrália e a gestora Quilter, do Reino Unido ¿ todas controladas pelo Citi com 100% do capital ¿, com o Morgan Stanleys Global Wealth Management Group.

Valor Online |

A nova empresa, que terá 20 mil consultores financeiros e recebeu o nome de Morgan Stanley Smith Barney, será controlada pelo Morgan Stanley, com 51% do capital. Já o Citi ficará com 49% da empresa e receberá US$ 2,7 bilhão em dinheiro como parte da transação. A área de private banking do Citi não faz parte do negócio.

As instituições ainda não detalharam as condições, mas revelaram que o contrato prevê opção de compra de uma fatia adicional da empresa pelo Morgan Stanley após três anos da transação, sendo que o Citi ficará com uma parte relevante do negócio "ao menos até o quinto ano".

Segundo o comunicado que fala da criação da joint venture, em termos pro-forma a nova empresa teria receita de US$ 14,9 bilhões e lucro de antes de impostos de US$ 2,8 bilhões, com 6,8 milhões de clientes pelo mundo.

Com o negócio concluído, o Citi poderá reconhecer um ganho antes de impostos de aproximadamente US$ 9,5 bilhões, ou US$ 5,8 bilhões depois da taxação. Em termos de capital, o reforço será de US$ 6,5 bilhões para o Citigroup, que poderá os recursos para expandir sustentar suas operações de crédito.

De acordo com os dois bancos, a joint venture deve gerar sinergias de US$ 1,1 bilhão com redução de despesas operacionais, de tecnologia, marketing e vendas, entre outras.

(Com agências internacionais)

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