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Banco pode abater de compulsório parcela antecipada a fundo garantidor

SÃO PAULO - O Banco Central baixou mais uma medida que pode ampliar a liquidez dos bancos e, ao mesmo tempo, fortalecer o Fundo Garantidor de Crédito (FGC). Esse fundo, formado por contribuições mensais dos bancos, funciona como um seguro para depósitos bancários.

Valor Online |

Agora, a instituição que quiser antecipar contribuições ao FGC poderá descontar o montante da quantia recolhida ao BC como compulsório sobre depósitos à vista.

O banco interessado deverá antecipar 60 vezes o valor da contribuição relativa ao mês de agosto (recolhida em 1º de outubro). O desconto no compulsório vai perdurar por 60 meses (número equivalente ao de parcelas antecipadas), sendo que a dedução mensal corresponderá a 1/60 do valor antecipado ao FGC.

O banco deve comunicar formalmente ao BC sua intenção de antecipar o pagamento e a parcela de setembro não entra na conta. As determinações estão na Circular 3.416, assinada pelo diretor de Política Monetária, Mario Torós.

Segundo o BC, a nova medida visa " prover liquidez ao mercado " . Ao mesmo tempo, porém, deverá injetar recursos no FGC. Se todos os bancos optarem por fazer a antecipação, o fundo poderá receber R$ 6 bilhões. E os bancos teriam esse mesmo potencial de desconto no compulsório, liberando recursos para aplicações rentáveis.

O FGC provê garantia para depósitos à vista, em contas-corrente, em poupança, depósitos a prazo, contas para pagamento de salário e aposentadorias, letras de câmbio, imobiliárias, hipotecárias e de crédito imobiliário. Os bancos fazem uma contribuição mensal equivalente a 0,0125% do saldo dessas contas. O valor máximo de seguro por instituição é de R$ 60 mil por depositante. Em 2007, o patrimônio do Fundo Garantidor de Crédito era de R$ 16,2 bilhões.

(Valor Online )

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