Os 186 países que fazem parte do grupo do Banco Mundial (Bird) irão elevar o aporte de capital no Bird em mais de US$ 86 bilhões, anunciou hoje o presidente da entidade, Robert Zoellick, em entrevista na sede do Fundo Monetário Internacional (FMI), em Washington, nos Estados Unidos. Segundo ele, o aporte significa que o Bird não está mais diante da possibilidade de ter que cortar empréstimos neste ano.

Os 186 países que fazem parte do grupo do Banco Mundial (Bird) irão elevar o aporte de capital no Bird em mais de US$ 86 bilhões, anunciou hoje o presidente da entidade, Robert Zoellick, em entrevista na sede do Fundo Monetário Internacional (FMI), em Washington, nos Estados Unidos. Segundo ele, o aporte significa que o Bird não está mais diante da possibilidade de ter que cortar empréstimos neste ano.

"O Comitê de Desenvolvimento aprovou um pacote histórico de reformas, que juntas irão representar uma transformação dinâmica do Banco Mundial", disse Zoellick. "Esse capital extra poderá ser usado para criar empregos e proteger os países mais vulneráveis por meio de investimentos em infraestrutura e em pequenas e médias empresas."

Além disso, o Bird anunciou ainda o aumento de 3,13 pontos porcentuais no poder de voto dos países em desenvolvimento e em transição. Com isso, o poder de voto dessas nações passa a representar 47,19% do total. O poder de voto do Brasil passou de 2,06% para 2,24%. Segundo Zoellick, a decisão "reflete a realidade de uma nova economia global, multipolar, em que os países em desenvolvimento passam a ser peças-chave", acrescentou.

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