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Banco Mundial lança relatório sobre o crescimento econômico

BRASÍLIA - O Banco Mundial (Bird) lançou nesta quinta-feira, no Brasil, o relatório Desenvolvimento Mundial 2009: A Geografia Econômica em Transformação. O documento avalia políticas e diz que as mais eficazes para crescimento em longo prazo são as que privilegiam a concentração geográfica e a integração regional entre Países.

Severino Motta - Último Segundo/Santafé Idéias |

De acordo com o economista Sênior do Bird, Truman Packard, a migração populacional para centros economicamente desenvolvidos é algo positivo para a economia e uma das bases para o capitalismo. Porém, ele fez uma diferenciação entre os tipos de migração.
 
A positiva é aquela induzida pelo trabalho, a negativa se dá quando o migrante deixa sua cidade natal para buscar serviços sociais oferecidos pelo Estado, como saúde e educação. Por isso, Packard diz que, como não é possível dissociar o crescimento econômico da concentração geográfica, o Estado deve promover políticas públicas para equalizar a prestação de serviços nas regiões mais pobres.
 
O relatório trata a concentração geográfica como aspecto local para o desenvolvimento econômico. Outro ponto seria o investimento em infraestrutura, ligando cada vez mais os centros as regiões menos desenvolvidas e incentivando a migração considerada positiva.
 
O relatório também aponta a integração regional entre Países como alternativa para que as economias tenham força para enfrentar o mercado global. Apesar disso, o documento não revela como o Mercosul, por exemplo, ou a integração entre Países Andinos, consideradas experiências que não alcançaram seus objetivos, poderia colocar a ação em prática.

Em relação à crise internacional, Packard disse que as economias mais integradas e com o mínimo de políticas protecionistas são as mais preparadas para superar as adversidades conjunturais. Ele citou a crise de 1997, iniciada no Sudeste da Ásia. O economista destacou que o pensamento protecionista emergiu com força, mas que não foi adotado.
 
"Ao invés de protecionismo, eles fizeram o contrário, aumentaram a integração, o que fez com que se recuperassem mais rápido. Países integrados se recuperam melhor e mais rápido que os isolados", disse.

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