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Banco KBC busca recapitalização para enfrentar concorrência

Bruxelas, 25 out (EFE) - O grupo bancário e de seguro belga KBC apelará da garantia de Estado em vez da recapitalização para poder fazer frente à concorrência no mercado belga, antecipou hoje a rádio pública RTBF.

EFE |

A entidade, que solicitou 3,5 bilhões de euros ao Estado belga por causa de sua queda de 7% no fechamento da bolsa de sexta-feira, prefere esta fórmula à injeção de capital por ser "um procedimento menos pesado e politicamente mais simples".

O mecanismo, que oferece um aval extraordinário sobre o financiamento, já foi adotado com o grupo bancário franco-belga Dexia.

Até agora, o KBC era a única grande entidade belga que não tinha recorrido à assistência pública.

No entanto, os rumores que indicavam um problema de solvência ou liquidez foram desmentidos por fontes do próprio banco, que disseram que, se recorresse à ajuda, faria isso por questões de concorrência, já que todos os adversários diretos tinham sido beneficiados por medidas similares.

Até agora, o Estado belga teve que resgatar o Fortis -ao qual primeiro injetou capital e que acabou dividido, nas mãos do Estado holandês e do banco francês BNP Paribas- e do Dexia, uma entidade especializada no financiamento de pequenas empresas.

Quanto ao holandês ING, muito estendido na Bélgica, no domingo obteve 10 bilhões de euros dos cofres públicos para garantir sua estabilidade. EFE mrn/db

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