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Banco Fortis reduz 6 vezes indenização a ex-executivo

Bruxelas, 27 nov (EFE).- Herman Verwilst, ex-executivo-chefe do banco Fortis, obterá uma indenização de 800 mil euros, seis vezes inferior à quantia que havia combinado inicialmente, de 4,8 milhões de euros, o que tinha provocado um escândalo em setembro.

EFE |

Segundo informou hoje Fortis em comunicado, estes 4,8 milhões eram "três vezes o salário anual" de Verwilst, e a quantidade combinada por ambas as partes, "em acordos que já não se aplicam".

Em 30 de setembro, o Governo belga mostrou sua irritação pelo projeto de indenização a Verwilst, que renunciara após menos de três meses no cargo, em plena crise do banco.

Por isso, "o presente acordo considera-se apropriado por todas as partes e no interesse do Fortis".

Em 2 de dezembro, Verwilst deixará de ser membro do Comitê Executivo da entidade, após 15 anos de carreira no grupo bancário.

Verwilst abandonou seu posto, enquanto as ações desabavam e em meio a rumores sobre a solidez financeira do Fortis.

O primeiro-ministro belga, Yves Leterme, pediu então à direção do Fortis que não efetivasse o pedido de Verwilst.

Fortis -cuja origem está no Benelux, mas que tinha atividade em cerca de 50 países- caiu vítima da crise financeira, agravada em seu caso pela participação no projeto de compra de seu rival holandês ABN Amro.

Para evitar seu desmonte, sofreu uma intervenção coordenada dos Governos de Bélgica, Holanda e Luxemburgo, mas, posteriormente, a Holanda decidiu nacionalizar todo o negócio em seu país, algo que também fizeram parcialmente Bélgica e Luxemburgo.

Estes dois últimos acordaram depois com o BNP vender à entidade francesa a maior parte dos ativos de bancos. EFE met/jp

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