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Banco do Brasil nega pressões do Governo para recuperar liderança

Rio de Janeiro, 13 nov (EFE).- O Banco do Brasil (BB) confirmou hoje que negocia a compra de alguns bancos regionais e negou estar sofrendo pressões do Governo ou que esteja disposto a tudo para recuperar a posição como maior entidade financeira do país, perdida este mês após a fusão entre Itaú e Unibanco.

EFE |

O presidente do Banco do Brasil, Antonio Francisco de Lima Neto, em coletiva de imprensa, informou sobre os resultados da instituição no terceiro trimestre e afirmou que recuperar a liderança não é algo que seja de interesse prioritário do Governo.

"Não é um assunto de honra voltar à liderança, inclusive para não dar a impressão de que o Banco do Brasil está disposto a fazer qualquer negociação para isso. Têm que ser negócios sustentáveis e compatíveis com as melhores práticas do mercado", afirmou o presidente do banco.

Lima Neto admitiu que, após haver anunciado na terça-feira a aquisição do Banco do Estado do Piauí, o BB negocia a compra de outras entidades regionais e citou especificamente a Nossa Caixa, de São Paulo.

A fusão anunciada na semana passada entre Itaú e Unibanco, que eram segundo e quarto maiores bancos privados do país, deu vida à considerada maior instituição bancária da América do Sul, com ativos de cerca de R$ 570 bilhões.

"Esse evento trará conseqüências na área competitiva e os grandes, como o Banco do Brasil, podem tomar alguma atitude", disse.

EFE cm/rr

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