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Banco da Espanha não descarta intervir em entidade financeira

Zaragoza (Espanha), 11 fev (EFE).- O presidente do Banco da Espanha (autoridade monetária), Miguel Ángel Fernández Ordóñez, não descartou hoje a intervenção do Estado em alguma entidade financeira espanhola, se for necessário, como ocorreu em outros países.

EFE |

Ordóñez ressaltou, no entanto, que, na Espanha, "até agora, não foi necessário resgatar ninguém".

Admitiu a existência de um problema no aumento da inadimplência, o que "afeta as contas de resultados das empresas", que, em cada caso, deverão determinar se precisam ou não se reestruturar.

Neste sentido, disse que há diversas maneiras de abordar as mudanças, como a fusão de entidades e a reestruturação de filiais, como o Santander fez recentemente.

Ordóñez insistiu em que o Banco da Espanha "nem promoverá nem impulsionará estas operações" e disse que tudo dependerá da conveniência da operação e de que o sistema financeiro seja sólido.

Sobre isso, disse que "todos devemos ficar felizes se os resultados das entidades financeiras forem bons", mas disse que "outra coisa é a distribuição desses resultados", já que é preciso levar em conta que a crise é duradoura e essa divisão não será como em anos anteriores.

O presidente do Banco da Espanha se disse convencido de que o Banco Central Europeu (BCE) reduzirá a taxa de juros na eurozona, atualmente em 2%, em sua reunião de março, já que "as expectativas de inflação estão bem ancoradas". EFE eyp/an

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