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Bancários protestam em São Paulo contra demissões no Santander

SÃO PAULO - Cerca de 500 bancários do Santander protestam neste momento, na Avenida Paulista, região central de São Paulo, contra as demissões no setor, além de reinvindicar a retomada de negociações com o banco, suspensas desde a semana passada. Durante a manifestação, serão espalhadas 400 cruzes no canteiro central da avenida, que representam o número de funcionários demitidos.

Agência Brasil |

Os bancários caminham pelas calçadas e canteiro da avenida, acompanhados de uma banda que toca músicas fúnebres, e seguram cartazes com a frase "Banco Santander: não tem crise. Lucros x R$ 2,8 bi. Não às demissões". Por volta do meio-dia, eles devem se reunir em frente à matriz do Banco Real, também na Avenida Paulista, para realizar o enterro simbólico dos demitidos.

A maioria das demissões ocorreu no Banco Real, do grupo Santander, no dia 15 de janeiro. Há seis meses, representantes dos bancários e da direção do banco buscavam alternativas às demissões, mas, segundo o Sindicato dos Bancários, Osasco e Região, a instituição desrespeitou o processo, demitiu os trabalhadores e interrompeu as negociações.

"Apesar da crise, o Santander celebrou crescimento de lucro e não tem motivo para demitir seus trabalhadores. Os bancos deveriam manter os empregos, ampliar o crédito e contribuir assim para o crescimento do país", disse o presidente do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região, Luiz Cláudio Marcolino.

A entidade também encaminhou uma carta ao presidente do Santander no Brasil, Fábio Barbosa, cobrando respeito aos trabalhadores e a retomada das negociações, mas ainda não obteve resposta.

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