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Bancários do Rio, do DF e de Salvador mantêm greve

Os bancários do Estados do Rio de Janeiro, Distrito Federal e da cidade de Salvador (BA) decidiram em assembléias realizadas na noite ontem manter a greve por tempo indeterminado, informou a assessoria de imprensa da Confederação Nacional do Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf/CUT). Em Porto Alegre (RS), a decisão de continuar a paralisação foi apenas dos empregados da Caixa Econômica Federal.

Agência Estado |

Até o próximo dia 7, novas assembléias serão realizadas em todo o País e caso a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) não entre em acordo com os sindicatos, a categoria deve parar por tempo indeterminado a partir do dia 8.

Ontem, os bancários fizeram paralisação de 24 horas em 22 capitais e nas bases territoriais de mais 126 sindicatos da categoria em todo o País, depois de rejeitarem, em assembléias, a proposta de reajuste de 7,5% apresentada pela Febraban na semana passada. "A adesão à paralisação foi alta em todo o País, cumprindo o objetivo do Comando Nacional dos Bancários de aquecer os motores e advertir os bancos de que a categoria está pronta para uma greve por tempo indeterminado caso eles não apresentem nova proposta que atenda as reivindicações", avalia Vagner Freitas, presidente da Contraf/CUT e coordenador do Comando Nacional.

Para Vagner, a participação dos bancários na paralisação só não foi maior em razão da truculência dos bancos e da Polícia Militar em vários Estados. "É preciso denunciar a extrema facilidade com que eles conseguem do Judiciário instrumentos jurídicos, principalmente o interdito proibitório, para coibir o direito de greve que a Constituição Federal assegura aos trabalhadores. Existe um verdadeiro conluio entre eles", critica o presidente da Contraf/CUT. Ainda segundo a assessoria da Contraf/CUT, o Comando Nacional dos Bancários reúne-se hoje, em São Paulo, para avaliar a mobilização e a continuidade da campanha salarial. "Agora cabe à Febraban nos chamar para apresentar nova proposta. Em caso contrário, vamos propor novas assembléias no dia 7 para aprovar a greve por tempo indeterminado a partir do dia 8 de outubro", disse Vagner Freitas.

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