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Os bancários ligados ao Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região decidiram nesta segunda manter a greve. A paralisação, iniciada na quarta-feira (8), será discutida por representantes da categoria e dos bancos amanhã em audiência de conciliação no Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 2ª Região.

No mesmo horário, os trabalhadores pretendem promover um ato em frente ao TRT, no centro da capital paulista.

Segundo o sindicato, 695 agências e centros administrativos ficaram fechados hoje e 23,2 mil bancários aderiram ao movimento, o equivalente a 19,3% da base da entidade, que abrange a capital paulista, Osasco, Carapicuíba, Barueri, Jandira, Itapevi, Santana do Parnaíba, Pirapora do Bom Jesus, Cotia, Vargem Grande Paulista, Taboão da Serra, Itapecerica da Serra, Embu, Embu-Guaçu e Juquitiba. Em todo o País, a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro estima que mais de 5 mil agências tenham parado.

Em nota, o Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região informou ter sido surpreendido com a liminar expedida pela desembargadora do TRT, Dora Vaz Treviño, na quinta-feira, determinado a manutenção mínima de 70% dos serviços em todo o Estado, sob pena de multa diária de R$ 200 mil. Os bancários reivindicam aumento salarial real de 5%, maior participação dos lucros e resultado (PLR), valorização dos pisos salariais, fim das metas "abusivas e do assédio moral", auxílio-creche de R$ 415 e vale-refeição diário de R$ 17,50.

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