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Argentina diz que crise terá conseqüências sociais no país

Buenos Aires, 8 out (EFE).- A presidente argentina, Cristina Fernández de Kirchner, reconheceu hoje que a crise financeira internacional seguramente terá seqüelas econômicas e sociais que seu Governo deverá tratar.

Agência Estado |

Segundo a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf), o sindicato de Florianópolis, em Santa Catarina, também confirmou que manterá a paralisação.

A Contraf estima que mais de 140 sindicatos da categoria aderiram ao movimento, causando o fechamento de cerca de três mil agências espalhadas pelo País. Apenas em São Paulo, 675 bancos e 7 centros administrativos suspenderam o funcionamento e cerca de 26 mil bancários cruzaram os braços. As áreas mais afetadas foram a zona leste e a região da Avenida Paulista. O serviço de auto-atendimento não foi atingido.

De acordo com o Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região, a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) não apresentou nenhuma proposta neste primeiro dia de greve. A categoria reivindica aumento salarial real de 5%, elevação da Participação nos Lucros e Resultados (PLR), valorização dos pisos salariais e "fim das metas abusivas e do assédio moral". O sindicato de São Paulo pretende se reunir novamente amanhã.

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