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BAD reduz previsão de crescimento da Ásia Oriental

Manila, 22 jul (EFE).- O Banco Asiático de Desenvolvimento (BAD) reduziu hoje a previsão de crescimento dos países da Ásia Oriental a 7,6% para este ano e o próximo, 1,4 ponto a menos que em 2007, por causa da desaceleração da econômica mundial, da inflação e da crise financeira.

EFE |

O relatório do BAD abrange as economias da China, dos dez países membro da Associação de Nações do Sudeste Asiático (Asean), da Coréia do Sul, de Hong Kong e de Taipé (China).

A entidade situa o crescimento da economia chinesa em 9,9% em 2008 e 9,7% em 2009, após os 11,9% registrados no ano passado, em função da valorização do iuane, das políticas pouco flexíveis e da queda da demanda externa.

Além disso, cairá em um ponto, para 5,5% em 2008, o crescimento dos países da Asean, que inclui Indonésia, Cingapura, Malásia, Tailândia, Filipinas, Vietnã, Camboja, Laos, Brunei e Mianmar (antiga Birmânia).

O BAD, com base em Manila, assinalou em comunicado que a pouca resposta dos bancos centrais à inflação pode levar as economias asiáticas a cometer os mesmos erros que cometeram as nações industrializadas antes da Grande Inflação dos anos 70.

Advertiu que o "sólido crescimento da região é vulnerável a uma inflação mais alta que a esperada, ao arrefecimento econômico nos Estados Unidos e a mais desajustes nos mercados financeiros internacionais".

Segundo o BAD, os subsídios aos combustíveis estão exercendo pressão sobre a inflação, que pode subir este ano 6,3%, mais que o dobro da média registrada nos últimos dez anos.

"Isto tem sérias implicações, já que a maioria das famílias da região gasta cerca de 50% de sua renda mensal em alimentação e combustíveis", precisou. EFE grc/mh

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