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Bachelet pede medidas conjuntas para enfrentar ameaça de inflação

Tucumán (Argentina), 1 jul (EFE).- A presidente do Chile, Michelle Bachelet, pediu hoje ao Mercosul e aos países associados ao bloco que busquem medidas conjuntas para enfrentar a inflação em alta na região, por causa do aumento nos preços internacionais do petróleo e dos alimentos.

EFE |

"A inflação subiu em cada um de nossos países e se considera difícil que isso possa ser detido", ressaltou, ao falar na cúpula de chefes de Estado na cidade argentina de Tucumán.

"É essencial trabalhar em medidas de curto, médio e longo prazo para ver como dar uma resposta comum", disse, ao advertir que a inflação "aumenta a pobreza e ameaça as metas de luta contra a desnutrição".

Neste sentido, ressaltou que na América Latina há "9 milhões de crianças desnutridas e isso não pode continuar existindo".

Bachelet comemorou que o Mercosul e seus associados "vão na direção correta" em matéria de integração econômica, e destacou que, para o Chile, "é uma grande conquista" o acordo de comércio de serviços com o bloco, porque "permitirá" o crescimento econômico.

Além disso, disse que apóia "a esplêndida proposta" do presidente da Venezuela, Hugo Chávez, "de criar um grupo que permita analisar todos os temas colocados" nesta cúpula do Mercosul (Brasil, Argentina, Paraguai, Uruguai e Venezuela, em processo de adesão) e países associados (Chile, Bolívia, Colômbia, Equador e Peru).

"Levamos 34 anos, mas a justiça chegou ao Chile", comentou Bachelet, em alusão às penas ditadas em seu país pelo assassinato do general chileno Carlos Prats e de sua esposa, cometido em Buenos Aires em 1974, onde estavam exilados. EFE alm/an

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