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Aversão a risco e pessimismo aumentam e dólar sobe mais de 5,71%

SÃO PAULO - Pânico e histeria é como está sendo classificado hoje no mercado o movimento do câmbio e da bolsa paulista. Segundo analistas, o ceticismo em relação ao plano americano aprovado na semana passada e a disseminação da crise financeira a bancos europeus está levando agentes a vender ações e ajustar posições em dólar.

Valor Online |

Instantes atrás, a moeda americana era negociada a R$ 2,1610 para a compra e R$ 2,1630 para venda, com valorização de 5,71% em relação ao último pregão. Na mínima do dia a divisa foi vendia a R$ 2,1090 e alcançou R$ 2,18 no preço máximo.

João Medeiros, diretor de câmbio da corretora Pioneer afirma que as apostas contra o real estão mais fortes devido à "histeria" dos investidores internacionais. Lá foram as bolsas americanas cerca de 5% e na Europa os principais índices declinam mais de 6%.

Ainda que a economia americana esteja em desaceleração e que o sistema financeiro demonstre estar em apuros, o empoçamento de recursos ocorre em dólar, pois os ativos americanos ainda são os de menor risco, sobretudo os títulos do Tesouro (treasuries).

Colaboram para esse cenário de tensão as preocupações com as empresas exportadoras e possíveis perdas associadas à alta da moeda, como ocorreu no caso da Sadia e da Aracruz recentemente.

Apesar da tensão, Medeiros afirma que o giro financeiro em câmbio ainda era modesto e não chegava a US$ 1 bilhão. "Se está havendo saída de estrangeiros em bolsa vamos saber à tarde", diz.

(Bianca Ribeiro | Valor Online)

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