SÃO PAULO - O presidente mundial da francesa Alstom, Patrick Kron, disse hoje que uma auditoria interna realizada pela empresa não constatou indícios de pagamentos de propinas ou de corrupção, mas que, se a Justiça suíça encontrar algo, tomará as medidas cabíveis. Fomos condenados sem termos sido julgados , disse Kron em entrevista ao Valor .

Ele está no Brasil desde ontem para fechar contratos nas áreas de transportes metroviários e eletricidade. Ex-funcionários da Alstom vêm sendo investigados na Suíça desde 2004. No ano passado, dois ex-representantes da companhia admitiram em depoimento que pagaram propinas para ganhar contratos.

(Raquel Balarin | Valor Econômico para o Valor Online)

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