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Att. Múltis mantêm comprometimento com emergentes, apesar da crise

Att. Srs.

Agência Estado |

Assinantes,

A nota transmitida às 13h21 (de Brasília) contém uma incorreção no segundo parágrafo. A Dow está no Brasil desde 1964, segundo a assessoria de imprensa da companhia, e não 1996, como estava no texto anterior. Segue a nota corrigida:

Londres, 23 - Os mercados emergentes se tornaram parte relevante dos negócios das multinacionais nos últimos anos. Por isso, grandes empresas mantêm o comprometimento com esses países agora neste momento de incerteza global.

"Continuamos vendo tremendas oportunidades no Brasil", afirmou à Agência Estado o vice-presidente executivo da Dow, Michael Gambrell. A Dow está no Brasil desde 1964, segundo a assessoria de imprensa da companhia no País. "A turbulência não muda nossos planos, na verdade estamos investindo."

Ele lembrou que a companhia tem uma joint venture com a Crystalserv para o desenvolvimento de um pólo alcoolquímico no País. "Estamos muito entusiasmados com esse projeto."

A perspectiva de crescimento acelerado dos emergentes fez com que esses países passassem a representar um mercado relevante para as multinacionais.

Segundo o presidente da farmacêutica AstraZeneca, David Brennan, o avanço do cuidado à saúde e o aumento do acesso a produtos deu a base de sustentação para a expansão da empresa nesses mercados. A companhia, presente na China, Brasil e México, por exemplo, agora está aumentando os aportes em áreas onde mais aposta.

O desenvolvimento econômico dos emergentes também estimulou os negócios da Dell. "As pessoas que compraram o primeiro celular há três anos hoje estão comprando o primeiro computador pessoal", disse o presidente da empresa, Michael Dell.

A China e a Índia já são, respectivamente, o segundo e o terceiro mercados da Dell, atrás dos EUA, numa lista que conta ainda com Rússia, Brasil e até o Paquistão. "E ainda há muitas cidades da China com crescimento elevado, mas sem a penetração da tecnologia."

"Mais de 50% de nossa receita vem de fora dos Estados Unidos e um terço do nosso crescimento vem dos emergentes, principalmente da Chíndia", afirmou Shane Tedjarati, do conglomerado industrial americano Honeywell, usando a expressão bastante citada atualmente para falar dos dois maiores emergentes do mundo, a China e a Índia.

Os executivos participaram hoje do "Emerging Markets Summit 2008", realizado pelo The Economist Group, em Londres.

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