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Atividades bancárias internacionais têm maior queda em 10 anos

Os empréstimos bancários transfronteiriços caíram em US$ 1,1 bilhão no segundo trimestre de 2008, sua maior queda em dez anos, anunciou nesta quinta-feira o Banco de Pagamentos Internacionais (BIS, siglas em inglês).

Redação com AFP |

Acordo Ortográfico Os bancos também foram atingidos por saques de US$ 1 bilhão, particularmente por parte de clientes em Estados Unidos, Grã-Bretanha e Suíça, segundo dados do Banco Central dos bancos centrais.

"No segundo trimestre de 2008, os bancos que formam o BIS indicaram de que seus empréstimos internacionais caíram US$ 1,1 bilhão a US$ 39,1 bilhões, com taxas de câmbio constantes", indicou o Banco de Pagamentos Internacionais em seu relatório estatístico trimestral.

Assustados com o colapso dramático de titãs como o Lehman Brothers, os bancos ficaram reticentes a se emprestar mutuamente, o que gerou um congelamento do sistema. Os bancos centrais tiveram que intervir, deixando gigantescas somas de dinheiro à disposição dos bancos para impedir que o setor desabe.

As últimas estatísticas do BIS revelam a amplitude do problema, ao indicar que durante esse período, os empréstimos internacionais interbancários caíram 3% ou US$ 300 bilhões.

Não só caíram os empréstimos interbancários, como também os empréstimos a indivíduos. "Os bancos privados da zona euro, do Reino Unido e dos Estados Unidos tomaram a iniciativa de reduzir empréstimos internacionais a moradores de países desenvolvidos em US$ 848 bilhões ou 4%", indicou o BIS.

Enquanto os bancos cortavam os empréstimos, os clientes sacavam quantidades enormes de depósitos durante o trimestre. "Os depósitos transfronteiriços caíram US$ 1 bilhão, principalemente de moradores dos Estados Unidos, do Reino Unido e da Suíça", indicou o BIS.

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