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Associações de bancos dos EUA criticam o pacote

A Associação Americana de Banqueiros (ABA, na sigla em inglês) fez fortes críticas às medidas anunciadas pelo Departamento do Tesouro dos EUA para dar sustentação aos fundos monetários (de dívidas de curto prazo), dizendo que o pacote dará às instituições que administram esses fundos uma vantagem competitiva em relação aos bancos comerciais. As medidas de hoje vão minar o papel dos bancos durante esta crise de crédito e tem potencial para ter um impacto extremamente negativo no futuro.

Agência Estado |

Simplesmente, a capacidade dos bancos para atrair e manter depósitos está sendo comprometida de maneira profunda", escreveu o presidente da ABA, Edward Yingling, em carta dirigida ao secretário do Tesouro, Henry Paulson, e ao presidente do Federal Reserve, Ben Bernanke.

O plano anunciado pelo Departamento do Tesouro prevê um desembolso de até US$ 50 bilhões para dar um seguro para as posições dos fundos monetários. Esses fundos terão que pagar uma tarifa para ser beneficiados pelo programa. Para Yingling, os fundos serão basicamente sustentados pelo contribuinte, porque as tarifas não serão uma fonte de recursos significativa para o programa. Em contraste, os bancos injetaram dezenas de bilhões de dólares na Corporação Federal de Seguro de Depósitos (FDIC, na sigla em inglês) ao longo dos anos e se submeteram a uma regulamentação pesada, em troca de um seguro federal para seus depósitos.

Para o presidente da associação Banqueiros Comunitários Independentes da América, Camden Fine, o pacote do Tesouro é "um insulto". "Enquanto os bancos pagaram US$ 50 bilhões à FDIC para ter um seguro sobre depósitos de US$ 100 mil, o Tesouro simplesmente anuncia que todos os fundos do mercado de dívidas de curto prazo passam a ter seguro sustentado pelo contribuinte", disse Fine. As informações são da Dow Jones.

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