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Assistentes de vôo adiam decisão sobre venda da Alitalia

Roma, 26 set (EFE).- Uma parte dos representantes dos assistentes de vôo, agrupados nas associações Avia e SDL, adiaram para segunda-feira sua decisão sobre a venda da companhia aérea italiana Alitalia a um grupo de empresários nacionais.

EFE |

A venda da Alitalia, que significaria a salvação da companhia diante da possível quebra, continua sendo adiada devido às reservas dos sindicatos autônomos.

O Avia e o SDL se reuniram hoje com o subsecretário da Presidência do Governo, Gianni Letta, que está conduzindo as negociações, após as mudanças introduzidas no plano industrial apresentadas ontem pela Companhia Aérea Italiana (CAI), possível compradora.

"As distâncias ainda são consideráveis. Queremos fazer uma série de comprovações sobre os contratos" e estabelecemos segunda-feira como prazo, explicou o secretário-geral do SDL, Fabrizio Tomaselli, ao sair da reunião.

O presidente do Avia, Antonio Divietri, disse ainda que foram dados "alguns passos adiante, mas se seguirá negociando para encontrar um ponto em comum" e, por isso, eles se reunirão na segunda-feira.

No entanto, a outra sigla que representa os assistentes de vôo, a Anpav, que até agora tinha se mostrado contrária ao plano apresentado pela CAI, assinou o acordo hoje em Roma.

Por enquanto, o acordo para a venda da Alitalia à CAI foi assinado pelos maiores sindicatos do país: CGIL, CISL, UIL e UGL.

Porém, falta o sinal verde do Avia e do SDL, e dos sindicatos que representam os pilotos, o Anpac e o UP, que seguem reticentes a dar sua aprovação e ainda não se expressaram hoje.

A aproximação com os sindicatos nas últimas horas foi possível graças a uma série de concessões da CAI no plano industrial e nos convênios coletivos.

O plano revisado contempla deixar invariáveis os salários mais baixos (1.200 euros) e que os pilotos possam recuperar, trabalhando mais horas, seu atual soldo que foi reduzido em 6%.

Além disso, entre outras propostas, a CAI se comprometeu a criar cerca de dois mil empregos temporários. EFE ccg/ab/rr

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