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Assinado convênio que amplia bilhete único à Grande SP

O governo do Estado, a Prefeitura de São Paulo, o Metrô e a Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) assinaram convênio para estender o uso do bilhete único à região metropolitana da capital. O documento, assinado em 22 de dezembro e publicado anteontem no Diário Oficial do Município, prevê licitação e elaboração de contrato de Parceria Público-Privada para integrar os sistemas de metrô, trem e ônibus intermunicipais com a capital.

Agência Estado |

O prazo para elaboração da proposta é de até cinco anos - a expectativa de técnicos do setor, porém, é que as operações comecem até o próximo ano.

Formado por membros da diretoria do Metrô, CPTM e SPTrans, o grupo de trabalho agora oficializado se reúne desde o ano passado, por determinação do governador José Serra (PSDB). Para funcionários ligados ao setor, o prazo para implementação do novo sistema é "essencialmente político", pois o Estado já teria a "capacidade técnica necessária" para viabilizar as modificações. A empresa vencedora da licitação, que será responsável pela implantação e manutenção do novo sistema, receberá remuneração sobre a receita tarifária.

A principal dificuldade, para técnicos do setor, será a divisão da receita, que envolverá três empresas estatais de economia mista - Metrô, CPTM e Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos (EMTU) -, além dos órgãos responsáveis de cada município. Para viabilizar o projeto, o convênio prevê a criação de um sistema único de arrecadação, que dividirá valores entre o governo estadual (Metrô, CPTM e EMTU) e os municípios participantes do convênio, ainda não definidos.

Atualmente, a Prefeitura de São Paulo administra o chamado bilhete único, que só pode ser utilizado na cidade, com integração com metrô, trens e ônibus. Com o bilhete, o passageiro se locomove por preço reduzido, em um período de três horas, em até quatro viagens pela rede de transportes integrada.

Para membros da administração de municípios vizinhos, um dos benefícios da criação do sistema é o estímulo à unificação tarifária entre as cidades. "Estudos de custo e viabilidade para instalação do caixa único devem ser feitos com cuidado, o principal desafio é repartir todo esse bolo", disse o secretário de Mobilidade Urbana de São Caetano do Sul, Marcelo Ferreira. "Terá de ser juridicamente bem amarrado, para compreender todos os agentes envolvidos."

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