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Assessores econômicos da Casa Branca afirmam que situação ainda é grave

WASHINGTON - Os assessores econômicos da Casa Branca afirmaram nesta segunda-feira que a situação no sistema financeiro dos Estados Unidos ainda é grave, apesar da entrada em vigor do plano de resgate do setor avaliado em US$ 700 bilhões.

Redação com EFE |

Acordo Ortográfico Em comunicado, o Grupo de Trabalho presidencial para os Mercados Financeiros afirmou que agirão com rapidez para colocar em prática o plano de resgate.

Também declarou que colaborará com as outras autoridades econômicas globais para tentar combater a crise financeira.

O grupo, do qual fazem parte o secretário do Tesouro americano, Henry Paulson, e o presidente do Federal Reserve (banco central), Ben Bernanke, data de 1987, quando foi formado para enfrentar a queda da bolsa.

"Movimentaremo-nos com força essencial em uma série de frentes", prometeu o grupo de assessores.

Em comunicado paralelo emitido também hoje, o Federal Reserve anunciou que aumentará um mecanismo para seus empréstimos aos bancos, como parte das medidas contra a crise.

O plano de resgate do sistema financeiro nos EUA, avaliado em US$ 700 bilhões, foi aprovado no Congresso na sexta-feira passada e o presidente americano, George W. Bush, o assinou imediatamente.

O eixo central da lei é a capacidade do Departamento do Tesouro para adquirir a dívida de má qualidade dos bancos no valor de até US$ 700 bilhões.

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