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Asiáticas caem com incertezas com petróleo e inflação

Mais um dia pouco animador nos principais mercados de ações da Ásia. Como na véspera, os negócios foram influenciados pela inflação e pela incerteza sobre o limite dos preços do petróleo.

Agência Estado |

 

Na Bolsa de Hong Kong, o índice Hang Seng recuou 2,13% e fechou aos 21.242,78 pontos pressionado por papéis de firmas financeiras da China e seguradoras. Ping An, do setor de seguros, perdeu 8,6%.

Nas Bolsas da China, os compradores saíram em busca de ofertas de ocasião e acabaram ajudando o mercado de ações a fechar em alta, apesar das preocupações quanto à inflação mundial e à escalada dos preços do petróleo. O índice Shanghai Composto subiu 2% e fechou aos 2703.53 pontos.

Já o Shenzhen Composto avançou 3,4% e encerrou aos 811,76 pontos. Yuan - Um recuo na paridade central dólar-yuan ajudou a empurrar a moeda chinesa a uma leve alta ante a divisa norte-americana, mas os ganhos foram limitados, uma vez que aproximou-se bastante do nível psicológico de resistência. No mercado de balcão, o dólar fechou cotado em 6,8510 yuans, abaixo da última cotação de quarta-feira, que foi de 6,8530 yuans.

O mercado sul-coreano de ações caiu, com os preços dos combustíveis lembrando os investidores sobre os riscos da inflação, mas alguns preços estavam tão baixos que animaram os "caçadores de pechinchas", ajudando a estancar algumas perdas no final do dia. O índice Kospi da Bolsa de Seul terminou o dia em queda de 1,1% e fechou aos 1.606,54 pontos. Em Taiwan, o mercado de ações fechou o dia em leve alta, mas os analistas ressaltaram que o clima deve continuar nebuloso, face o enfraquecimento da economia global.

O índice Weighted da Bolsa de Taipé subiu 0,6% e fechou aos 7.394,10 pontos. No mercado filipino, o medo da inflação novamente deu o tom dos negócios, e o índice PSE Composto da Bolsa de Manila teve queda de 2,26% e fechou aos 2.339,84 pontos.

Na Austrália, o mercado de ações operou sob pressão o dia inteiro, devido ao comportamento das ações do setor de mineração e energia. Houve quedas acentuadas, como Rio Tinto (-7,8%) e BHP Billiton (-7,2%), mas bancos e seguradoras nadaram contra a corrente (National Australia Bank +1,8% e IAG, +3,3%. No final, o índice S&P/ASX 200 da Bolsa de Sydney teve queda de 1,9% e fechou aos 4.998,3 pontos.

A Bolsa de Cingapura encerrou em seu menor nível em três meses, mas compras de papéis baratos perto do fim da sessão permitiram leve recuperação do índice Strait Times, que cedeu 0,9% e fechou aos 2.880,45 pontos. A baixa dos preços dos contratos futuros de carvão interferiu no mercado indonésio. O índice composto da Bolsa de Jacarta caiu 3,9% e fechou aos 2.286,61 pontos.

Na Tailândia, as preocupações com a inflação afetaram o setor imobiliário, que puxou a queda de 2,4% do índice SET da Bolsa de Bangcoc, que fechou aos 742,15 pontos. A Bolsa de Kuala Lumpur, na Malásia, teve os negócios suspensos no dia todo devido a falha no sistema de computadores não solucionado. As informações são da Dow Jones

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