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As bolsas asiáticas não apresentaram sinal definido nesta segunda-feira. A queda nas commodities influenciou alguns mercados da região.

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Outros foram estimulados pelos ganhos em Wall Street, além de fatores locais. Não houve negociações na Tailândia por ser feriado.

A Bolsa de Hong Kong teve baixa pelo segundo pregão seguido, influenciada pelas empresas de commodities após o preço do ouro desabar. O Hang Seng caiu 173,19 pontos, ou 0,8%, e terminou aos 22.324,96 pontos.

As bolsas da China fecharam na maior alta em duas semanas. O Xangai Composto subiu 0,5% e encerrou aos 3.331,90 pontos, a melhor pontuação desde 23 de novembro. Já o Shenzhen Composto ganhou 1,4% e terminou aos 1.234,24 pontos.

A valorização do dólar nos mercados internacionais fez o yuan apresentar baixa em relação à moeda norte-americana. No mercado de balcão, às 4h30 (horário de Brasília), a cotação de compra e venda do dólar era de 6,8290 yuans, acima do fechamento de sexta-feira, que foi de 6,8270 yuans.

A Bolsa de Tóquio subiu 1,45%, a 10.167 pontos, no maior patamar em seis semanas, diante da primeira queda do iene abaixo do nível de 90 por dólar em quatro semanas, o que impulsionou papéis de exportadores.

Já a Bolsa de Taipé, em Taiwan, teve expressiva alta, após as eleições municipais de sábado não apresentarem grandes surpresas. O Taiwan Weighted subiu 1,6% e encerrou aos 7.775,64 pontos, o maior fechamento desde 16 de novembro.

Na Coreia do Sul, a Bolsa de Seul fechou com a sexta alta consecutiva, impulsionada pelas ações de exportadoras. O índice Kospi ganhou 0,5%, para 1.632,65 pontos.

Por sua vez, o mercado australiano foi afetado pelo temor de um aperto antecipado na política monetária americana. O índice S&P/ASX 200 recuou 0,6%, para 4.676,5 pontos.

A Bolsa de Manila, nas Filipinas, também fechou em queda. O índice PSEi recuou 0,5%, para 3.046,63 pontos.

As informações são da Dow Jones.

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