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Ásia e Europa pedem ajuda ao FMI para resolver crise

Os líderes da Ásia e da Europa, reunidos em um encontro de cúpula na capital da China, pediram ao Fundo Monetário Internacional (FMI) para desempenhar um papel vital na ajuda às nações severamente atingidas pela crise econômica global.

Agência Estado |

Os líderes dos 43 países europeus e asiáticos defenderam nesta sexta-feira, em Pequim, uma reforma completa do sistema financeiro global, ao fim do primeiro dia de uma reunião de cúpula regional centrada na crise mundial. "Os líderes defender empreender uma reforma eficaz e completa dos sistemas internacionais financeiro e monetário", indica um comunicado da China no site da Aseam (Asia Europe Meeting).

"Os líderes prometeram se responsabilizar por uma reforma ampla e eficaz dos sistemas financeiros e monetários internacionais", segundo um comunicado postado no site do encontro. "Eles concordaram em tomar rapidamente iniciativas apropriadas neste respeito, em consulta com todas as partes associadas e as instituições financeiras internacionais relevantes."

"A envergadura da crise internacional que se agrava afetou seriamente a estabilidade financeira internacional e o crescimento econômico mundial", declarou o primeiro-ministro chinês, Wen Jiabao, na abertura dos trabalhos da cúpula no Palácio do Povo (parlamento), na simbólia praça de Tiananmen (Paz Celestial).

Os 43 países presentes em Pequim representam cerca de 60% do Produto Interno Bruto (PIB) mundial.

O presidente francês Nicolas Sarkozy também afirmou, antes do início da reunião, desejar que que a cúpula Ásia-Europa seja uma oportunidade para que os continentes apresentem uma "frente comum de iniciativas" para a reunião do G20, prevista para 15 de novembro, sobre a crise financeira.

"Gostaria que se aproveitasse este encontro de 43 países para preparar a reunião de Washington de 15 novembro. Quis esta reunião e desejo que possamos apresentar uma frente comum de iniciativas para que as mesmas causas não produzam os mesmos efeitos", declarou Sarkozy no início do encontro bilateral, ao lado do colega chinês Hu Jintao.

"Esta reunião é particularmente bem-vinda quando o mundo atravessa uma crise financeira sem precedentes. Tenho a convicção de que Ásia e Europa devem trabalhar juntos para regulamentar de maneira diferente o sistema financeiro mundial", acrescentou.

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