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Argentina tenta evitar especulação e fuga de capitais

O Banco Central da Argentina baixou norma para evitar a saída de capitais e limitar operações especulativas. Ao comprar ativos, sejam eles ações ou bônus, os compradores deverão mantê-los em suas carteiras por um prazo mínimo de três dias antes de revendê-los.

Agência Estado |

Caso contrário, a norma baixada ontem no início da noite diz que a operação terá de ser autorizada pelo BC.

O objetivo do presidente do BC, Martín Redrado, é evitar a especulação com a compra de títulos no mercado local e a venda imediata no exterior com o fim de obter dólares e deixá-los fora do país. A Argentina tem registrado forte fuga de depósitos com a crise internacional, mas desde que a presidente Cristina Kirchner anunciou o fim dos fundos de pensão e a reestatização da previdência, esse movimento aumentou. Os depósitos bancários do setor privado caíram 4,6 bilhões de pesos entre 26 de setembro e 24 de outubro, segundo dados do próprio BC.

Ontem, a taxa de juros cobrada entre os bancos subiu de 13,35% para 15,35% ao ano para empréstimos no prazo de um dia, enquanto a taxa para empréstimos de uma semana subiu de 15,1% para 16,6% ao ano.

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