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Argentina lançará TV digital com produtos brasileiros

O governo argentino avança na implantação do sistema digital no país, com o modelo ISDB-T, desenvolvido pelo Brasil a partir da tecnologia japonesa. Como parte de sua campanha eleitoral em 2011, a Casa Rosada tem um projeto para oferecer conversores, sinais e aparelhos de TV à classe mais pobre.

AE |

O governo argentino avança na implantação do sistema digital no país, com o modelo ISDB-T, desenvolvido pelo Brasil a partir da tecnologia japonesa. Como parte de sua campanha eleitoral em 2011, a Casa Rosada tem um projeto para oferecer conversores, sinais e aparelhos de TV à classe mais pobre. O início das transmissões está planejado para os próximos dias, através das emissoras oficiais, Canal 7, Encuentro, Paka-Paka (infantil) e INCAA TV (cinema), com os sinais sendo emitidos pela empresa estatal de satélite ArSat. Mas a ideia do governo é ter um total de 15 a 20 estações radiodifusoras, segundo o presidente do diretório de Rádio e Televisão Argentina Sociedade do Estado (RTA), Tristán Bauer, responsável implementação do sistema digital na Argentina. A RTA vai distribuir as antenas e o conversor - Set Top Box (STB) - a um milhão de beneficiários dos planos sociais do governo Kirchner. Os primeiros a receber o pacote serão os da capital federal e a área metropolitana de Buenos Aires que não possuem TV a cabo ou via satélite. Segundo um relatório elaborado pelo Grupo Convergência, o governo vai gastar 1,3 bilhão de pesos (cerca de US$ 335 milhões) para instalar uma rede de infraestrutura onde se encontra a base do sistema. Fonte do Ministério do Planejamento disse que os primeiros decodificadores serão importados do Brasil. Os fabricantes nacionais lançaram uma versão que não agradou a Casa Rosada por causa do preço, ao redor de US$ 200. O ministro do Planejamento, Julio De Vido, pediu uma redução considerável desse valor, para US$ 100. A fonte não revelou o valor do aparelho importado do Brasil, mas cálculos do mercado indicam que custaria cerca de US$ 55. O governo argentino pretende cobrir, nesta primeira etapa, 75% do território nacional ainda antes do fim de 2010. As eleições presidenciais estão previstas para outubro de 2011, mas antes disso, a rede oficial pode chegar a 100% do País, o que demandaria investimentos de mais 400 milhões de pesos (US$ 103 milhões).
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