Buenos Aires, 7 out (EFE).- O presidente do banco central da Argentina, Martín Redrado, descartou hoje que vá acompanhar a desvalorização das moedas de Brasil e Chile frente ao dólar, como os empresários pedem para poder manter a competitividade exportadora.

Redrado destacou a "robustez" do sistema financeiro argentino, em uma reunião hoje de um comitê criado pelo Governo de Cristina Fernández de Kirchner para avaliar o impacto dos males que assolam mercados internacionais.

De acordo com Cristina, "apesar das dificuldades que há", a Argentina "pode enfrentá-las" e reiterou que o país está em uma situação muito melhor em comparação a quando foi vítima de crises financeiras da década passada.

"Assim como não seguimos a valorização monetária registrada em países vizinhos, também agora não é aconselhável acompanhar os movimentos que se registram nesses mesmos países", disse o presidente do banco central argentino em referência a Brasil e Chile.

"A partir de um sistema monetário e financeiro robusto e flexível, nos encontramos em condições não só de manter a estabilidade, mas também de proteger a nossa economia", acrescentou Redrado. EFE alm/rr

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