SÃO PAULO (Reuters) - Os banco centrais do mundo irão provavelmente cortar ainda mais as taxas de juros nos próximos meses para ajudar a economia global, afirmou o presidente do banco central argentino neste domingo. Mas Martín Redrado também afirmou que a política fiscal tende a ter maior impacto no crescimento econômico do que a política monetária, acrescentando ver positivamente o pacote de estímulo da China como um importante passo para combater os riscos de uma recessão global.

"Estímulo fiscal é muito mais direto", afirmou a repórteres quando perguntado sobre as potenciais respostas políticas à crise financeira global.

Falando em São Paulo após um encontro com as autoridades financeiras e presidente bancos centrais do G20, Redrado afirmou que a perspectiva de taxa de juro a zero por cento nos Estados Unidos é "bastante factível".

(Reportagem de Krista Hughes)

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