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Appy: PIB indica expansão da economia próxima a 6%

O secretário extraordinário da Presidência da República para Reformas Fiscais e Econômicas, Bernard Appy, afirmou hoje que o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) no segundo trimestre deste ano indica que a economia brasileira estava crescendo próximo a 6% no início de 2008, de forma consistente. O crescimento do PIB, segundo os dados divulgados hoje pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), foi de 1,6% no segundo trimestre deste ano em relação ao primeiro e de 6,1% em relação ao segundo trimestre de 2007.

Agência Estado |

Já a expansão do PIB no primeiro trimestre deste ano, em comparação com o mesmo período do ano passado, foi de 5,9% - dado revisado.

Appy - ex-secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda - destacou que a expansão dos investimentos acima do crescimento do PIB significa que se está criando uma capacidade produtiva que permitirá ao País continuar crescendo nos próximos anos. A Formação Bruta de Capital Fixo (que se refere aos investimentos) teve, segundo o IBGE, uma expansão de 16,2% no segundo trimestre em relação a igual período de 2007 e de 5,4% na comparação com o primeiro trimestre de 2008.

Em entrevista na Escola de Administração Fazendária (Esaf), em Brasília, antes de iniciar participação no seminário sobre desenvolvimento econômico que marca os 200 anos de existência do Ministério da Fazenda, Appy destacou ainda o desempenho das exportações, que cresceram 5,1% em volume. "O volume de exportações no segundo trimestre teve um bom desempenho, mesmo no período de câmbio mais valorizado que passamos."

O secretário não quis, no entanto, avaliar o impacto da valorização do dólar, ocorrida nos últimos dias, sobre as vendas externas brasileiras. "É cedo para avaliar, porque estamos vivendo um momento de volatilidade muito forte. Temos que esperar para ver qual será o impacto desse movimento na economia real e no crescimento da produção no Brasil." Appy disse que a valorização do dólar, por enquanto, não preocupa, mas exige atenção do governo.

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