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Sucessor de Lula deve fazer reforma da Previdência logo

O primeiro ano do próximo governo, independentemente de quem vença as eleições de 2010, será uma oportunidade para o avanço da reforma previdenciária. A afirmação foi feita ontem pelo chefe do Departamento de Risco de Mercado do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Fabio Giambiagi, durante o Fórum Estadão Crescimento x Previdência, promovido pelo Estado e pela Agência Estado.

Agência Estado |

"O futuro presidente deve tomar a tarefa para si porque a questão previdenciária não costuma ter iniciativa popular nem do Congresso", afirmou. "Não haverá passeata nas ruas pedindo aumento da idade mínima para aposentadoria", brincou.

Ele admitiu que a crise global torna mais complexo o debate, pois as preocupações recaem sobre problemas mais imediatos. "Chega a ser surrealista falar de longo prazo em um momento como o que estamos vivendo, mas o problema dos gastos públicos com a Previdência não pode ser adiado indefinidamente."

Giambiagi lembrou que em 1991 os gastos com a Previdência representavam 14% do Produto Interno Bruto (PIB) e no próximo ano devem chegar a 23% - um gasto desproporcional em relação à população idosa (65 anos ou mais), em comparação com outros países. O problema tende a se agravar com o envelhecimento da população.

O Fórum Estadão contou com a participação do presidente do Banco Central (BC), Henrique Meirelles, e do secretário de Políticas de Previdência Social, Helmut Schwarzer.Participaram também, como debatedores, Sergio Baeza, presidente do Depósito Central de Valores do Chile; Brian Haediges, diretor-executivo do ING; Sebastian Briozzo, diretor de rating soberano da Standard & Poors; Shelly Shetty, diretora de rating soberano da Ficht Rating; Armando Castelar Pinheiro, analista da Gávea Investimentos e professor da UFRJ; e Fernando Andrés Blanco Cossio, economista do Banco Mundial para o Brasil, além de Giambiagi.

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