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Não vamos ao G-7 como tomadores de café, afirma Mantega

O grupo de países que compõe o G-20 é mais representativo do que o G-7 (sete nações mais ricas do mundo) na avaliação do ministro da Fazenda, Guido Mantega, expressa durante entrevista coletiva à imprensa para resumir o resultado das reuniões preliminares do G-20, grupo formado por nações ricas e também em desenvolvimento, e que debate a crise financeira internacional neste fim de semana, em São Paulo. Nos recusamos a participar das reuniões do G-7 ou do G-8 (G-7 mais a Rússia) como meros tomadores de cafezinho. Ou o G-7 muda de figura e se transforma em G-13 ou G-14 ou vamos fortalecer o G-20, afirmou.

Agência Estado |



Por este motivo, segundo o ministro, uma das principais pautas de amanhã será a ampliação do G-20, com a proposta de inclusão de chefes de Estado no grupo, atualmente formado por ministros de finanças e representantes dos bancos centrais dos países. "O G-20 já é importante. E será mais ainda se for constituído por chefes de governo", defendeu Mantega.

Segundo ele, a proposta levará em conta também o aumento do número de reuniões por ano e uma ação mais atuante desse países em cenários de crise. "A crise global só pode ser combatida com uma coordenação mais eficaz dos países, e não só com o G-7", criticou. "Todos nós deveremos estar envolvidos nas soluções dos problemas."

Outra decisão que foi tomada hoje, na reunião dos representantes do Bric (Brasil, Rússia, Índia e China), é que esses países passarão a coordenar melhor suas ações. "Vamos estreitar a atuação na política econômica e torná-la mais próxima. Vamos trocar mais informações, de modo a potencializar nossa atuação", disse. Ele acrescentou que o Bric é hoje o grupo dos países dinâmicos com maior poderio.

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