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Locomotiva vem em nossa direção, diz ministro da UE

Novas perdas podem ser anunciadas por bancos nos próximos meses e a crise não está perto de um fim, afirmam autoridades financeiras da União Européia (UE). Elas alertam que os bancos não vão contar de forma indefinida com ajuda de governos e precisarão arrecadar cerca de US$ 350 bilhões para que a crise no mercado de créditos seja superada.

Agência Estado |

No fim de semana, ministros e banqueiros europeus se reuniram em Nice, na França, e confirmaram não haver sinais de solução para o problema. O presidente do Banco da Itália e do Fórum de Estabilidade Financeira, Mario Draghi, alertou que as perdas dos bancos podem chegar a US$ 500 bilhões. Para ele, outros bancos estão à beira do abismo. "Vários bancos estão em dificuldades."

A UE decidiu criar nos próximos meses um Colégio de Supervisores para padronizar a regulamentação e vigiar a saúde do sistema financeiro nos 27 países do bloco. Diante da crise que pode levar à bancarrota o Lehman Brothers, autoridades monetárias da França e da Alemanha ressaltaram a força das instituições locais e descartaram o risco de falências.

Os BCs europeus querem saber qual a exposição de seus bancos nacionais à entidade americana que passa pela pior crise em mais de um século. O temor dos europeus é de que a quebra do banco signifique novos problemas para a UE, que já demonstrou estar reduzindo de forma drástica seu ritmo de crescimento.

Na Europa, a quebra de um banco como o Lehman criaria um dilema. Alguns governos deixaram claro que são contra planos para salvar bancos privados com dinheiro público. Mas, até agora, os europeus não chegaram a um acordo sobre como seria a resposta do bloco a uma quebra. "Todos os que achavam que viam uma luz no fim do túnel agora se dão conta de que a luz é de uma locomotiva que está indo em sua direção", disse o ministro de Finanças da Alemanha, Peer Steinbrueck.

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