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Daqui a cinco anos eu olho de novo

Eu larguei lá e desencanei, conta o engenheiro Eduardo Sztokbant, sobre seus investimentos em ações. Ele diz que até passou por um período de preocupação, quando começou a ver a queda das bolsas, mas depois se tranqüilizou.

Agência Estado |

"Não vou precisar do dinheiro agora. Então, vou esperar, porque no longo prazo volta ao normal. Daqui a uns cinco anos eu olho de novo, já deve estar normal", brinca. "Mas, agora, se eu ficar olhando as cotações, vou só ficar nervoso."

Faz cerca de um ano e meio que o engenheiro começou a investir na bolsa de valores. "Foi um momento de alta, entrei empolgado com alguns amigos. Não me arrependo porque sabia que isso podia acontecer e tomei o cuidado de colocar apenas parte do dinheiro em ações", conta Sztokbant. "Estabeleci que no máximo 30% dos investimentos ficariam na bolsa. Hoje, o dinheiro que tenho lá vale 10% do total, mais ou menos." Para o resto dos investimentos, ele escolheu fundos DI e títulos do Tesouro Direto, para serem resgatados a partir de 2015. "O meu perfil é de longo prazo mesmo."

Para o administrador de investimentos Fábio Colombo, a bolsa é para aqueles que sabem dominar medo e ganância. "Estamos num momento de medo e são poucas as pessoas que têm sangue frio para reconhecer que é hora de esperar ou até de comprar mais ações. Elas vêem o investimento sumir e querem vender, mas isso só confirma a perda." Ele recomenda consultar alguém de confiança antes de mexer no dinheiro.

O administrador de empresas Guilherme Barreto foi um dos que demonstraram esse sangue frio. Ele conta que acompanhava o mercado e sabia que poderia ocorrer uma crise, então, aos poucos foi vendendo suas ações que variavam muito com "os ânimos do mercado" e comprando aquelas que dependiam mais de fatores internos e resultados. "Agora, estou apenas esperando a turbulência passar e conto com resultados para daqui um ou dois anos." Barreto, porém, admite que a crise o deixa apreensivo. "Estou olhando bem menos para as cotações, para não me preocupar." As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.

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