Em meio ao terremoto que sacode o mercado financeiro mundial, o sistema bancário brasileiro tem exibido uma solidez que, segundo analistas, evitou que os efeitos da crise aqui fossem ainda mais drásticos. Essa situação privilegiada ante os concorrentes internacionais fez com que bancos brasileiros fossem alvo de rumores sobre potenciais aquisições em outros países nas últimas semanas.

Nesse quesito, destaca-se o Itaú-Unibanco. Fruto da maior fusão bancária da história brasileira, a instituição é de longe a primeira do ranking no País, com R$ 632 bilhões em ativos. À frente do conglomerado está Roberto Setubal, que desmente negociações para expansão além das fronteiras nacionais. “A prioridade, neste momento, é fazer a integração do banco”, disse, em entrevista ao Estado.

Cauteloso, ele não se arrisca a dizer que o pior da crise passou. Em compensação, diz não acreditar em recessão no Brasil este ano. “Vejo crescimento próximo de zero, que já é positivo dada a queda do último trimestre do ano passado”. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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