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Após sessão agitada, mercado nos EUA sobe por oferta da Pfizer

NOVA YORK (Reuters) - O mercado acionário dos Estados Unidos encerrou em alta nesta segunda-feira, em uma sessão agitada, impulsionado pelo otimismo sobre a oferta de 68 bilhões de dólares na indústria farmacêutica, contrabalançando preocupações com vigor do setor financeiro. Um raro momento de boas notícias em uma economia atingida pela recessão ajudou a fortalecer expectativas, com a divulgação de um crescimento inesperado nas vendas de moradias existentes nos EUA, saltando para 6,5 por cento em dezembro.

Reuters |

A Pfizer Inc, a maior fabricante de remédios do mundo, anunciou que deve comprar a rival Wyeth por cerca de 68 bilhões, sugerindo que algumas companhias possuem um valor atraente após um ano desanimador.

"Nós não temos visto grandes negócios há um tempo. Portanto, isso é uma indicação de que há potencial para mais acordos", disse Kurt Brunner, gerente da Swarthmore Group, na Filadelfia.

O índice Dow Jones subiu 0,48 por cento, para 8.116. O Standard & Poor's 500 fechou alta de 0,56 por cento, a 836 pontos. O Nasdaq avançou 0,82 por cento, para 1.489.

Os ganhos modestos fizeram com que os mercados interrompessem dois dias de perdas. No ano, o S&P 500 caiu mais de 7 por cento, mas está cerca de 11 por cento acima do menor nível atingido em 11 anos em novembro.

Companhias de todos os setores têm reduzido empregos por conta da desaceleração da demanda pelo consumidor e pelos resultados da recessão econômica global.

As ações da Pfizer caíram 10,3 por cento em meio a preocupações sobre quais os benefícios, se houver, com a aquisição, a qual tem sido especulada desde a última semana.

"Eu acredito que haja algumas perguntas, de todos, sobre o que isso vai trazer para eles", disse Brunner sobre o acordo Pfizer-Wyeth.

Os papéis de instituições financeiras recuaram à tarde e zeraram ganhos à medida que investidores estavam preocupados sobre quando o setor, coração da crise de crédito, irá precisar levantar ainda mais capita.

Entre as perdas, o destaque foi a Regions Financial Corp., que caiu 12 por cento, após o influente analista de banco Richardo Bove afirmar que pode reduzir seus ativos em 90 por cento.

(Reportagem de Leah Schnurr)

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