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Após seis valorizações seguidas, Bovespa deve iniciar jornada em baixa

SÃO PAULO - Após seis altas seguidas do Ibovespa, o mercado acionário brasileiro deve iniciar o pregão desta terça-feira em queda, com um movimento de realização de lucros. A sinalização já é dada pelo Ibovespa futuro que, há pouco, recuava 0,59%, aos 71.

Valor Online |

SÃO PAULO - Após seis altas seguidas do Ibovespa, o mercado acionário brasileiro deve iniciar o pregão desta terça-feira em queda, com um movimento de realização de lucros. A sinalização já é dada pelo Ibovespa futuro que, há pouco, recuava 0,59%, aos 71.035 pontos. Ontem, o índice atingiu a maior pontuação desde o dia 2 de junho de 2008 (71.897 pontos), ao avançar 0,22%, aos 71.289 pontos. O giro financeiro somou R$ 5,27 bilhões. Contribuíram para o bom humor dos agentes indicadores favoráveis da economia americana, com destaque para novos sinais de retomada no mercado de trabalho e no setor imobiliário. Nos Estados Unidos, o índice Dow Jones chegou próximo à marca dos 11 mil pontos, encerrando o pregão com alta de 0,43%, aos 10.973,55 pontos. Já o S & P 500 avançou 0,79%, aos 1.187,44 pontos, enquanto o Nasdaq subiu 1,12%, aos 2.429,53 pontos. Pela manhã, os índices futuros americanos registravam queda, enquanto, na Europa, as bolsas operavam sem uma direção única. Já na Ásia, as bolsas fecharam em direções opostas nesta terça-feira. O Shanghai Composite, de Xangai, ganhou 0,02%, aos 3.158 pontos, e o Kospi, de Seul, avançou 0,06%, para 1.726 pontos. Em Tóquio, no entanto, o índice Nikkei 225 verificou queda de 0,50%, para 11.282 pontos. A agenda de hoje é pouco carregada, mas conta com um indicador importante no cenário externo: a ata referente à última reunião do Federal Reserve (Fed), banco central americano, quando a taxa básica de juros do país foi mantida no intervalo de zero a 0,25% ao ano. No documento, os agentes conhecem de forma mais detalhada qual a percepção da autoridade monetária dos EUA sobre a economia e buscam pistas sobre a retirada dos estímulos adotados durante a crise. No cenário corporativo brasileiro, na sessão passada, a alta das commodities deu força para a bolsa brasileira, apesar da divisão de suas "blue chips". Enquanto os papéis PN da Petrobras subiram 0,72%, a R$ 36,01, com giro de R$ 437,1 milhões, as ações PNA da Vale recuaram 0,32%, a R$ 49,79, com volume movimentado de R$ 468,6 milhões. A Petrobras bateu, em março, o recorde de exportação de petróleo, com a média diária de 733 mil barris, 113 mil barris acima do recorde anterior, de dezembro de 2008. No total, em março, a estatal exportou 22,73 milhões de barris. A maior parte das vendas externas da companhia foi para os Estados Unidos, com 32% do total, seguidos pela India, com 22%; China, com 20%; Europa, com 18% e Japão e Canadá, com 4% cada. Em nota, a Petrobras ressaltou que os faturamentos das cargas exportadas em março acontecerão em abril e maio. No mercado de câmbio, depois de cinco quedas seguidas, o dólar opera em alta no início dos negócios. Há pouco, a divisa americana era cotada a R$ 1,769 na compra e a R$ 1,771 na venda, elevação de 0,45%. (Beatriz Cutait | Valor)
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